Gestão Ambiental nas Empresas
13 de janeiro de 2010Palestra: Gestão Ambiental nas Empresas
Dia 04 de Fevereiro de 2010 em Curitiba/PR
Local: Hotel Nikko em Curitiba/PR (R. Barão do Rio Branco, 456, Centro. Próximo ao Shopping Estação)
Horário: das 18:30 às 22:30 hrs
Carga Horária: 4 horas
Instrutora: Renata Ritter
Inscrições no site www.maxiambiental.com
Objetivo: Apresentar aos participantes qual o cenário atual da Gestão Ambiental nas empresas e quais as perspectivas de mercado para os profissionais da área ambiental.
Público Alvo: Estudantes e Profissionais que atuam ou pretendem atuar na área ambiental em organizações dos setores públicos, privados ou terceiro setor.
Investimento
Profissionais
Inscrições e pagamentos até o dia 15 de Janeiro R$ 80,00
Inscrições e pagamentos após o dia 16 de Janeiro R$ 100,00
Estudantes
Inscrições e pagamento até o dia 15 de Janeiro R$ 60,00
Inscrições e pagamentos após o dia 16 de Janeiro R$ 80,00
*Para efetivar a matrícula é necessário realizar o pagamento da palestra via boleto bancário que será enviado via e-mail
**Estudantes devem apresentar comprovante no primeiro dia
***A Maxiambiental reserva-se o direito de não ofertar a palestra caso o número mínimo de participantes não seja atingido. Neste caso, os valores pagos serão devolvidos integralmente
Mais informações:
cursos@maxiambiental.com
www.maxiambiental.com
Fone: (41) 3359-4081
LEI DE POLÍTICA NACIONAL SOBRE MUDANÇAS DO CLIMA
8 de janeiro de 2010Em seu teor a Lei estabelece uma política para as Mudanças Climáticas resultante do encontro realizado em Copenhague. Genericamente, com vários artigos vetados, fica previsto que a PNMC e as ações dela decorrentes, executadas sob a responsabilidade dos entes políticos e dos órgãos da administração pública, observarão os princípios da precaução, da prevenção, da participação cidadã, do desenvolvimento sustentável e o das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, este último no âmbito internacional. Para a sua execução as medidas devem considerar que todos têm o dever de atuar, em benefício das presentes e futuras gerações, para a redução dos impactos decorrentes das interferências antrópicas sobre o sistema climático. Mais adiante a Lei diz que as medidas tomadas devem levar em consideração os diferentes contextos sócioeconomicos de sua aplicação, distribuir os ônus e encargos decorrentes entre os setores econômicos e as populações e comunidades interessadas de modo equitativo e equilibrado e sopesar as responsabilidades individuais quanto à origem das fontes emissoras e dos efeitos ocasionados sobre o clima. Também prevê o desenvolvimento sustentável é a condição para enfrentar as alterações climáticas e conciliar o atendimento às necessidades comuns e particulares das populações e comunidades que vivem no território nacional. Finalmente, que as ações de âmbito nacional para o enfrentamento das alterações climáticas, atuais, presentes e futuras, devem considerar e integrar as ações promovidas no âmbito estadual e municipal por entidades públicas e privadas.
Fonte: SINDIMADEIRA RS
Novas apostilas disponíveis
27 de maio de 2009Novas apostilas foram publicadas no site “Ambiente Inteiro”:
Transporte florestal. Santa Rosa: Ambiente Inteiro, 2009. Autora: Profª Drª Nirlene Fernades Cechin.
Rede viária florestal. Santa Rosa: Ambiente Inteiro, 2009. Autora: Profª Drª Nirlene Fernades Cechin.
Custos de máquinas florestais. Santa Rosa: Ambiente Inteiro, 2009. Autora: Profª Drª Nirlene Fernades Cechin.
Eucalipto ajuda a diminuir degradação vegetal
27 de janeiro de 2009Fonte: FIESP – adaptado por Celulose Online
22/01/2009 – O IPA (Instituto Agronômico de Pernambuco) através de suas Estações Experimentais em Itapirema (Goiana) e Araripina, (Sertão do Araripe) vem realizando uma série de pesquisas para implantar o eucalipto em algumas áreas no Estado e, consequentemente, minimizar os efeitos da exploração desordenada da Mata Atlântica.
Na Caatinga, por exemplo, a degradação já chega aos 40%. Espécies nativas como Umbuzeiro e Aroeira, mesmo sendo protegidas pela Legislação Florestal, estão ameaçadas em virtude das práticas extrativistas. Para a Mata Atlântica, o quadro não é muito diferente. Existe apenas cerca de 10% de mata ainda nativa. Diante desse quadro, o eucalipto pode ser utilizado como uma importante ferramenta no combate a degradação vegetal.
No IPA Itapirema, cerca de 3 mil mudas produzidas em casas de vegetação da própria Estação, já foram plantadas. Os cultivares gerados subsidiarão as ações do Programa de Eucalipto, que visa implantar a espécie em regiões da Zona da Mata do Estado. Hoje, parte dessa área é ocupada pelo cultivo da cana-de-açúcar.
Em Araripina, cinco espécies, cultivadas em 10 hectares, estão passando por testes de rendimento e produtividade. Além do plantio e acompanhamento de algumas variedades do gênero Eucalyptus, está sendo realizado um trabalho de avaliação. A cada seis meses, as variedades estão sendo medidas. Clones também estão sendo avaliados e algumas sementes selecionadas. Esse último processo considera, entre outras questões, as condições agroclimáticas de cada região.
A vantagem desse projeto é desenvolver ações que caminhem para o agronegócio do eucalipto e barrar, não só a exploração extensiva dos biomas pernambucanos, mas também incentivar o cultivo de uma fonte de energia renovável e com alto potencial produtivo. Atualmente, o material vegetal explorado nos dois biomas segue, em grande parte, para o Pólo Gesseiro do Araripe, onde é utilizado como lenha, e para a indústria da celulose.
FEIRA DA FLORESTA EM GRAMADO
12 de janeiro de 2009Fonte: Sindimadeira RS
A Feira da Floresta terá como foco a exposição de inovações tecnológicas na área da produção florestal e industrial, voltada a produtos madeireiros e oportunizando novos negócios. De forma simultânea, ocorrerá uma mostra educativa sobre os benefícios das florestas e um fórum de debates. A área da Mostra Florestal será aberta à população e incentivará principalmente a visita de escolas para que os estudantes conheçam o setor florestal gaúcho, sua história, sua importância econômica e social, os produtos fabricados a partir de matéria-prima florestal e com isso haja uma desmistificação dos impactos gerados pelos plantios. Já o Fórum Internacional do Agronegócio Florestal debaterá os temas estratégicos para o desenvolvimento do setor, particularmente nos países do Mercosul. A iniciativa é da empresa Futura Feiras e Empreendimentos e conta com o apoio já confirmado da Ageflor, Sindimadeira/RS, Sinpasul, Sindiquim/RS, Sindmobil, Emater/RS, ASBR, Abraf, UFPR, Fupef e a ONG Os Amigos da Floresta. Para maiores informações acesse o site www.feiradafloresta.com.br .
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO
23 de dezembro de 2008Prezados Amigos:
Em 17 de maio de 2002 decidimos ser mais do que simples gestores ambientais e participar ativamente de ações de pesquisa, educação e proteção ambiental, visando em primeiro lugar o bem estar do ser humano e a garantia de um mundo melhor para nossos descendentes. Fizemos um pacto com a vida! Acreditamos que todo ser humano, ao receber este dom maior, recebe também uma grande responsabilidade: preservá-la. Somos a única espécie neste planeta que tem conciência do significado do Universo. Vivemos a especular sobre sua origem e sobre o surgimento dos seres vivos. A maioria de nós acredita que tudo isso foi gerado por ELE, que tem muitas denominações em diversas religiões. Nossa única certeza é que existimos e que alguém, que não entendemos, nos gerou. Para os Cristãos, O dia 25 de dezembro representa um pouco de luz sobre esta frágil existência. É a comemoração da vida, da promessa de um mundo melhor, onde todos buscarão o certo, a verdade, o bem para si e para o seu vizinho. Que este Natal seja tudo isso e que o ano que se aproxima seja repleto de felicidade e de realizações para todos.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO 2009!
Eduardo Pagel Floriano
MMA cria sistema para saber quanto custa uma unidade de conservação
11 de dezembro de 2008Fonte: Ministério do Meio Ambiente
Qual o mínimo necessário para manter um sistema de unidades de conservação? Para auxiliar na busca de respostas para esta pergunta, o Departamento de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente elaborou o Sistema de Projeção de Investimentos Mínimos para Conservação – IMC. O sistema foi apresentado hoje (11) aos participantes do 8° Congresso Internacional de Conservação em Terras Privadas, que acontece no Rio de Janeiro. O novo sistema pode ser usado para estimar investimentos mínimos necessários para unidades de conservação, individualmente ou para um conjunto de UC, sejam elas públicas ou privadas.
O IMC é um dos produtos gerados pelo Grupo de Trabalho de Sustentabilidade Financeira, criado pelo MMA e coordenado pela organização não-governamental The Nature Conservancy – TNC e pelo Ibama/ICMBio e composto pelo Departamento de Áreas Protegidas – DAP/MMA, pela Conservação Internacional do Brasil e pelo Funbio. O GT procurou responder a perguntas como qual o tamanho do sistema de unidades de conservação, quanto ele gasta, quanto custa e como resolver as lacunas existentes utilizando o Sistema de Projeção de Investimentos Mínimos para a Conservação – IMC como ferramenta para a projeção dos custos do SNUC.
O IMC, parte do estudo Pilares para o Plano de Sustentabilidade Financeira do SNUC publicado pelo DAP/MMA em dezembro de 2007, é um conjunto de planilhas de cálculo criado para estimar investimentos e despesas de custeios mínimos para a gestão de sistemas de unidades de conservação. O IMC é adaptável a realidades locais e foi baseado no módulo financeiro do MICOSYS (Minimum Conservation System), desenvolvido pelo consultor Daan Vreugdenhil. Com funcionamento claro e de fácil compreensão, o IMC permite visualizar todas as fórmulas utilizadas pelo sistema para o cálculo de custos. Para sua operação são necessários apenas conhecimento básicos em planilhas de cálculo e um computador com um programa de planilhas de cálculo, que pode ser adquirido gratuitamente.
O novo sistema servirá, ainda, para estimar as despesas recorrentes para UC, individualmente ou para um conjunto de UC, com base nos investimentos mínimos, estipular os investimentos em infra-estrutura e equipamento nas sedes dos órgãos gestores e escritórios regionais e realizar projeções de cenários futuros.
Postado por amarilio às 19:14.
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Projeto Água Limpa
9 de dezembro de 2008No dia 05/12/2008 no Jardim Botânico de Porto Alegre, aconteceu o lançamento do Projeto Água Limpa. Este projeto tem por objetivo recuperar as bacias hidrográficas dos Lajeados Pratos e Guilherme, localizados nos municípios de Horizontina e Tudunduva.
Na ocasião estiveram presentes diversas autoridades governamentais, a exemplo da governadora do estado do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius, o secretário estadual de meio ambiente e os prefeitos eleitos de Horizontina e Tucunduva, porém, o brilho especial foi dado pela top model Gisele Bündchen.
Gisele Bündchen falou com emoção sobre a importância desse projeto e a abrangência que ele deverá ter. A idéia dela é que esse projeto sirva de exemplo para todo o país.
O Projeto Água Limpa foi solicitado pela família Bündchen e desenvolvido pela FAHOR – Faculdade Horizontina, em parceria com a Ambiente Inteiro.
Postado por joel às 21:23.
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XIII CONGRESO FORESTAL MUNDIAL 2009
7 de dezembro de 2008XIII CONGRESO FORESTAL MUNDIAL – 18 a 25 de outubro de 2009 – BUENOS AIRES – ARGENTINA
O Conselho da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) na sua 128ª sessão realizada em Roma em junho de 2005 escolheu a Argentina como o anfitrião e organizador do XIII Congresso Florestal Mundial.
O tema, a ser abordado dos pontos de vista social, ecológico e econômico, escolhido para a 13ª edição do Congresso Florestal Mundial foi:
“Desenvolvimento florestal, equilíbrio vital”
O evento ocorre a cada seis anos e são esperados 6 mil participantes de mais de 160 países, em 2009, em Buenos Aires.
Trabalhos voluntários podem ter seus resumos inscritos até 31/12/2009.
Visite o site do CFM para mais informações em: <http://www.wfc2009.org/>
Banco Central cria “penhor florestal”
6 de dezembro de 2008O Bacen estabeleceu, pela resolução nº 3.649/08, o penhor florestal. A partir de agora, a madeira em pé, cortada ou serrada pode servir como penhor em operações de crédito rural. Para tanto, é necessário inventário florestal assinado por pessoa habilitada e ART (CREA) e registro em cartório.
As resoluções do Bacen podem ser acessadas em <http://www.bcb.gov.br/?CMN10RES>
Postado por Pagel às 7:25.
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